quarta-feira, 23 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Do prof. dr. José Mário da Silva (UFCG-PB)
Cara escritora Arriete Vilela:
Como lhe disse, os alunos amaram o seu livro Fantasia e Avesso (...), que é um emblemático exemplo de um texto refinadíssimo do ponto de vista da poeticidade que o impregna e matiza.
Acertei em cheio na opção que fiz. Desde o primeiro contato com o texto, os alunos se encantaram. E a maioria está visitando o seu blog.
Como você me disse certa feita, para quem faz do ato/processo de escrever literatura a sua porção diária de sobrevivência estética, não pode haver prazer maior do que se dar conta de que as suas 'fantasias e os seus avessos" estão circulando, voando por todos os horizontes (im)possíveis da leitura.
Fico feliz por você. Fico feliz pela literatura qualificada que emerge da sua inteligência e sensibilidade tão criativas.
Abraços fraternos, querida escritora-amiga.
Como lhe disse, os alunos amaram o seu livro Fantasia e Avesso (...), que é um emblemático exemplo de um texto refinadíssimo do ponto de vista da poeticidade que o impregna e matiza.
Acertei em cheio na opção que fiz. Desde o primeiro contato com o texto, os alunos se encantaram. E a maioria está visitando o seu blog.
Como você me disse certa feita, para quem faz do ato/processo de escrever literatura a sua porção diária de sobrevivência estética, não pode haver prazer maior do que se dar conta de que as suas 'fantasias e os seus avessos" estão circulando, voando por todos os horizontes (im)possíveis da leitura.
Fico feliz por você. Fico feliz pela literatura qualificada que emerge da sua inteligência e sensibilidade tão criativas.
Abraços fraternos, querida escritora-amiga.
De Fernando Pessoa
"Dizem que finjo ou minto
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração."
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração."
De Marcelle Marini
"O escritor, como o artesão, tece seu texto com imagens visíveis e intencionais, mas a trama desenha também uma imagem invisível e involuntária, uma imagem oculta no cruzamento dos fios, o segredo da obra (para seu autor e para seus leitores). Armadilha para a interpretação, pois essa imagem está em toda parte e em nenhum lugar: de fato, há uma multiplicidade de imagens possíveis, e o texto, aparentemente terminado, é, na leitura, ocasião de infinitas metamorfoses. Pode-se pensar também nos quadros ópticos, verdadeiras armadilhas para o olhar. A mesma quantidade de apelos ao imaginário, à palavra, à atividade do sujeito leitor ou espectador."
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